quarta-feira, 18 de novembro de 2009








Livro

Meu livro de peças sai na semana que vem (dia 25). Na festa de inauguração da SP Escola Livre de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco. Segundo o Ivam Cabral, fundador do grupo Os Satyros e um dos idealizadores da escola, não será o lançamento ainda, e sim uma espécie de apresentação dos livros, que já estarão à venda na ocasião. A editora é a Imprensa Oficial, em parceria com Os Satyros, numa coleção chamada Primeiras Obras, que conta também com (cada um com seu livro) Otávio Martins, Gabriela Mellão, Ivam Cabral, Sérgio Roveri, Vera de Sá, Rudifran Pompeo, Marcos Damaceno e Lucianno Mazza.

Aos ossos que tanto doem no inverno, Explicando a morte para crianças de seis anos, Temporada de caça, Ladeira em carrinhos de supermercado e Summer são as minhas peças que compõem o livro. A apresentação – puta texto legal, pra variar – ficou por conta do Mário Bortolotto.

Quem quiser chegar, nome para a lista info@spescoladeteatro.org.br. Meu HD ainda está no conserto, estou sem o e-mail dos amigos, depois falo mais sobre.

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E no próximo sábado, na Mercearia São Pedro:



Lançamento da Antologia Tribêbada, com contos de Marcelo Montenegro, Ademir Assunção, Bruna Beber, Ana D’Angelo, Emilio Fraia e Maria Alzira Brum. Mais informações aqui.

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E na Balada Literária, organizada pelo Marcelino Freire, estarei na exposição Cara de Escritor, num dos retratos do fotográfo Edson Kumasaka que estarão expostos, durante todo o evento, na Livraria da Vila e no b_arco.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Uma amiga me mandou um texto (abaixo) que um cara chamado Lucas Mayor escreveu sobre David Foster Wallace, peça curta que apresentamos nas Satyrianas deste ano. Confesso que fico todo besta quando me colocam ao lado do mestre.

"Sergio Mello bebe Shepard. Quem me disse isso? Sua dramaturgia. Aos Ossos que Tanto Doem no Inverno já dizia isso, e David Foster Wallace (texto curto) reitera essa afirmação. Mais uma conversa com DFW do que uma releitura de sua obra, e menos ainda uma adaptação de um de seus contos, David Foster Wallace (a peça, ok) está para Shepard assim como Bukowski está para a bebida. E como é bom ouvir um dramaturgo que sabe escrever (pois é: a maioria não sabe). Algo no texto alude à Mente Mentira, e à cena mais emblemática dessa mesma peça, uma espécie de duelo entre pai e filho, que, ao invés de usarem ambos uma Winchester algo prateada, usam copos e bebidas e bares e a possibilidade da fronteira. Ao fim e ao cabo, pai morto na estrada e filho enchendo a cara no próximo bar. Não há como fugir da família, seu merdinha, diz Shepard. Não há como fugir dos seus genes, lembra Sergio Mello."
Imperdível!


quinta-feira, 12 de novembro de 2009




-- Eu sou feliz.
-- Não tem problema, a gente consertar isso.

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A foto é de Erin Nicole Johnson, tungada do blog do Sommer.